Lutadora mossoroense se prepara para disputa de cinturão do UFC


A lutadora mossoroense Cláudia Gadelha desembarcou na tarde do último sábado em Las Vegas, nos EUA, onde, na próxima sexta-feira (08), disputa o cinturão peso-galo feminino do UFC em duelo contra Joanna Jedrzejczyk.

- Eu me sinto muito bem aqui, fiquei um tempão em Vegas, me sinto em casa e estou muito feliz por lutar aqui. Era um sonho, sempre quis lutar em Vegas, e agora estou realizando dois sonhos juntos: lutar em Vegas e pelo título do UFC. Falta pouco para acabar com isso tudo e descansar um pouco, porque tem sido bem cansativo. Não é de agora, não estou treinando para a Joanna há seis meses, estou treinando há mais de um ano. A gente já lutou tem mais de um ano e meio, e estou querendo essa luta há muito tempo. Então, agora vai acabar - disse Gadelha.

A potiguar afirmou que está muito confiante de que vai acabar com a invencibilidade de Jedrzejczyk. As duas já se enfrentaram, em dezembro de 2014, com a campeã levando a melhor na decisão dividida, em resultado que causou controvérsia, pois muita gente apontou Gadelha como a vencedora. 

- Já caiu a ficha (que estou disputando o cinturão). Estou super tranquila, muito bem treinada, fiz um camp perfeito. Acho que hoje sou uma lutadora e uma atleta muito mais madura do que quando lutei com a Joanna pela primeira vez, então estou no lugar onde deveria estar, treinei muito para isso e mereço estar onde estou hoje.

Gadelha, que dividiu com Jedrzejczyk a função de treinadora da 23ª edição do reality show "The Ultimate Fighter" nos EUA, também se disse ansiosa para reencontrar os atletas que fizeram parte da casa:

- Estou ansiosa para encontrar a galera do meu time, que chegou na final, e as pessoas que não chegaram na final, mas que vão lutar no mesmo dia que eu e a Joanna. Foi fantástica a experiência que tive no TUF. Tenho treinadores fantásticos e consegui dividir um pouco da experiência que eles passaram para mim e passar para os lutadores que estavam dentro da casa. Acho que a gente os acolheu de uma maneira muito família, eles falam isso até hoje, que se sentiam como se fosse da nossa família e a gente realmente estava se importando com o resultado de cada um deles ali dentro, então a gente trabalhou muito bem para que cada um chegasse na final e fizesse um trabalho bonito.

- Galera do Brasil, torçam por mim aí, sou brasileira, nordestina e vou entrar dentro daquele octógono por vocês. Muito obrigada!
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