Ordem para agentes penitenciários é avançar e não recuar, diz Virgolino


O motim realizada na noite de quarta-feira (3) no Presídio Estadual de Parnamirim (PEP) não precisou da atuação de policias militares para ser controlado. Desta vez, a equipe de agentes penitenciários que estava de serviço controlou a situação em pouco menos 30 minutos. Na manhã desta quinta-feira (4), o trabalho dos profissionais foi elogiado pelo juiz de Execuções Penais, Henrique Baltazar, e pelo secretário de Justiça e Cidadania, Walber Virgolino.

De acordo com o titular da Sejuc, os agentes "foram guerreiros" e a culpa pelo motim foi do próprio secretário. "Eu sou esquecido demais. Esqueci de avisar aos presos que os bloqueadores são à prova de fogo. Aí eles tiveram aquela ideia lá, Sou esquecido demais", disse Wallber Virgolino

Sobre o trabalho dos  agentes, o secretário afirmou que eles receberam a orientação da Sejuc para agirem assim que houvesse princípios de tumultos "e não recuassem". Os agentes utilizaram armas não letais para conter o motim, mas ainda contariam com o apoio do Grupo Penitenciário de Operação com Cães (GPOC) e do Grupo de Escola Penitenciário (GEP).

"Eu não estou mandando matar, estou mandando atuar. Quando há um caso como esse, o Estado tem que avançar. Não pode recuar. Tem que avançar até o fim", disse Wallber Virgolino, que também confirmou suspensão das visitas no PEP e que não haverá reposição de colchões.

Informações do Tribuna do Norte
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