Política

Rosalba recebe Saúde com dados desatualizados e equipamentos sem uso


Como primeira ação concreta após empossar os secretários municipais na manhã desta segunda, 02, a prefeita Rosalba Ciarlini fez uma visita às instalações da Secretaria Municipal de Saúde, que está localizada no Centro Administrativo Alcides Belo. Em viagem à Brasília após a campanha que a elegeu prefeita do município em outubro do ano passado, Rosalba pôde constatar que Mossoró deixa de arrecadar recursos para a pasta por falta de informações ao Ministério da Saúde. Na Secretaria Municipal de Saúde, a prefeita encontrou dados desatualizados desde abril de 2016.

“Recebemos Mossoró em uma época de crise administrativa, mas a minha maior preocupação é a Saúde. Queremos garantir à população pelo menos o necessário e espero que isto seja feito em tempo hábil. Trabalhei 40 anos da minha vida como profissional de saúde e sei da responsabilidade que tenho. Sei que a população acredita em mim”, disse Rosalba Ciarlini.

A expectativa da prefeita de Mossoró era de que o primeiro dia de governo fosse para tomar providências quanto à administração pública, mas como não houve uma transição informativa de governos, Rosalba começou a gestão colhendo dados sobre a situação atual do município, começando pela Secretaria de Saúde. “Já fomos o 13º município em atendimento de saúde no Brasil. As campanhas funcionavam durante o ano todo. Temos que recuperar esse tempo e melhorar, colocando a assistência básica como alicerce”, continuou.

Entre os problemas encontrados na Secretaria de Saúde está o funcionamento dos transportes. Dentre os veículos, a maioria está parada, inclusive carros locados. 

Outra constatação: aparelhos para coleta de dados doados pelo Instituto Nacional de Geografia e Estatística (IBGE) em 2012, para o auxílio do trabalho dos agentes de endemias, estavam encaixotados no almoxarifado, sem utilidade.

O secretário Benjamim Bento destacou que é hora de arregaçar as mangas pela melhoria da qualidade assistencial. “As pessoas estão procurando o Hospital Tarcísio Maia por falta de uma medicação básica na Unidade de Saúde ou de Pronto Atendimento do seu bairro. Isso acarreta problemas maiores”, destacou.


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