Cotidiano

Exportações do RN tiveram bom desempenho em 2016

Melão

As exportações do Rio Grande do Norte somaram US$ 284,7 milhões em 2016 contra US$ 248,8 milhões no ano anterior. Apesar de queda no valor total, quando desconsiderada a excepcionalidade das exportações de óleo/petróleo em 2015, no montante de US$ 66,0 milhões, verifica-se que as exportações tradicionais e regulares do Estado tiveram um crescimento de 12,9%. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços – MDIC.       

A fruticultura foi o destaque principal em 2016 com as exportações do melão, na ordem de US$ 75,3 milhões, contra US$ 63,2 no anterior, representando um crescimento de 19,2% no período. A melancia (US$ 16,2 milhões), mamão (US$ 11,9 milhões) e banana (US$ 2,5 milhões) foram as outras frutas frescas que também tiveram desempenho favorável em 2016; já as exportações de manga (US$ 6,7 milhões) apresentaram uma queda de 4,7% no mesmo período.           

A castanha de caju, que em 2015 havia perdido mercado nas exportações, voltou a recuperar o crescimento do ritmo de vendas para o exterior em 2016 com um acréscimo de 45,4% atingindo US$ 25,1 milhões no ano. Apesar do bom desempenho, a produção de castanha de caju no estado ainda sofre os efeitos da seca (em 2011 as vendas externas ultrapassaram a marca dos US$ 50 milhões).           

Outro segmento que apresentou expansão em 2016 foi o setor mineral com as exportações de granitos – em blocos ou trabalhados – com a marca de US$ 10,7 milhões em 2016 e um crescimento de 69,3% em um ano.

Cachaça orgânica          

Em 2016 houve a primeira exportação de cachaça orgânica no estado, produzida no município de Pureza. O lote inicial da cachaça teve como destino a Alemanha, exportada “via aérea”, aproveitando a facilidade logística do voo semanal do avião cargueiro que faz a ligação Natal-Frankfurt.          

Esse novo mercado exportador potiguar poderá ser ampliado ao longo deste ano com a expectativa de participação de representantes da empresa em importante feira do segmento de “alimentos e bebidas” na França, neste mês de janeiro.

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