Cotidiano

Pesquisa mostra que 65% dos usuários aprovam mudanças em rotas de ônibus em Mossoró

Onibus

Usuários do transporte coletivo em Mossoró aprovam as recentes mudanças de itinerários, que contemplam as principais ruas do Centro. Segundo pesquisa realizada entre os dias 8 e 10 de fevereiro, a medida, implantada pela concessionária do serviço – Cidade do Sol – e Prefeitura, é aprovada por 65% dos passageiros.

Foram ouvidos usuários que utilizam regularmente as sete linhas que tiveram o itinerário modificado. As mudanças implantadas possibilitam a circulação na área do comércio e beneficiam diretamente trabalhadores do setor e comerciantes.

“Entendemos que o resultado da pesquisa é reflexo dos benefícios que foram proporcionados com a mudança de itinerário. A medida passou a atender diretamente quem vai ao comércio e quem trabalha no comércio, e isso refletiu em melhorias na vida do usuário”, avalia Waldemar Araújo, diretor da Cidade do Sol.

Ainda de acordo com a pesquisa, um total de 10% dos entrevistados desaprova as alterações, 16% se dizem indiferentes às mudanças, e outros 9% não souberam opinar. A abordagem aos usuários ocorreu nas novas paradas de ônibus e dentro dos veículos.

As ruas contempladas com novas rotas e paradas de embarque e desembarque ficam em locais estratégicos, de grande concentração popular nas ruas Coronel Gurgel, Augusto Severo, Santos Dumont, Juvenal Lamartine, Alberto Maranhão, Dix-sept Rosado e Mário Negócio.

GARGALOS – Apesar da aprovação dos usuários e dos resultados exitosos, atos de vandalismo e desrespeito às sinalizações são registrados em praticamente todos os novos pontos instalados. Há registros de placas quebradas, e, estacionamento de veículos na área de faixa amarela, destinada ao embarque e desembarque de passageiros.

“Infelizmente estamos tendo esses problemas, que prejudicam a realização de um serviço ainda melhor. Os pontos de ônibus estão cheios de carros estacionados, mesmo sendo proibido. Mas acreditamos que os motoristas, com o tempo, vão se conscientizar e se adequar à nova realidade”, lamenta.

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